« janeiro 2006 | Entrada | março 2006 »

fevereiro 22, 2006

CARTEL 2006 - LIVIN'N ROCKIN' @ 555

flyer dos concertos Cartel 2006

A organização de músicos CARTEL 2006 informa que no próximo sábado, dia 25 de Fevereiro, pelas 15h30, irá realizar um CONCERTO com 5 bandas de Rock (DEAD SINGER, THE PROSTITUTES, FORA DE SERVIÇO, MOTORNOISE E HERE B DRAGONS), a ter lugar no ESPAÇO 555, situado na Rua do Almada, n.º 555, Porto. A entrada para o evento custará 2 euros por pessoa e o concerto começará impreterivelmente às 16h00.
As informações mais interessantes sobre cada uma das bandas, a saber:

Os DEAD SINGER apresentam-se como um quarteto de rock duro e crú, vocal e liricamente muito apelativo, com raízes nas bandas do universo rock mais obscuro e extremo, viajando entre o século passado e este.

Recorde-se que esta banda tem como fundamento na sua abordagem sónica a recuperação do legado CÃES VADIOS (banda underground dos anos 80-90 do Porto, eventualmente uma das mais significativas bandas de culto da época a nível nacional).

Os DEAD SINGER pretendem entre Março/Abril próximo, com a edição

do seu 1.º CD, uma maior exposição pública e mediática para a sua curta existência de 7 meses, pautada por 5 concertos bem recebidos pelo público em geral.

Mais informações consultar site oficial da banda em: http//www.deadsinger.net

Os DEAD SINGER são: Gonçalo Morgado: vocalista - Guilherme Lucas: guitarra - Pedro Lacerda: baixo - João Malaquias: bateria.
Os THE PROSTITUTES são uma banda portuense, formada em 2002, cuja sonoridade abrange desde o Surf ao 60's Beat, passando pelo Garage e Rock'n'Roll instrumental.

Esta banda caracteriza-se essencialmente pelo seu som potente e pela forte componente cénica dos seus espectáculos, em muito influenciada pelos filmes de Série B e bandas de Surf e Garage dos anos 50/60.

Os seus elementos são: Filipe: voz e guitarra solo - Óscar: guitarra ritmo - Pedro: baixo eléctrico - Ivo: bateria.
Os FORA DE SERVIÇO são uma jovem banda de Penafiel, em formato power trio, com 2 anos de existência. Praticam um energético Punk Rock, com humor, onde pontuam as letras de cariz sócio –político, cantadas em português. Já com uma interessante base de seguidores nos seus concertos, são uma banda com atitude, que interagem de forma espontânea e entusiástica com o seu público.

Os seus elementos são: Zé: voz e guitarra - João: baixo - Cunha: bateria.


Os MOTORNOISE praticam um punk pesado e descarnado, pontuado pela caótica presença em palco do carismático vocalista Frágil (ex Renegados de Boliqueime e ex Speedtrack), pelos riffs metralhados pela guitarra cerrada de Guerra (também ex Renegados de Boliqueime e Speedtrack), pelo peso do baixo em constante overdrive de Óscar (ex Cagalhões,

Cães Vadios e Speedtrack), pela eficácia e o virtuosismo da bateria de Gustavo (homem de inúmeros projectos no activo entre os quais - Genocide, Stealing Orchestra e Sikhara) e pelas deambulações endiabradas do saxofone de Pupa (também elemento dos Here B Dragons).

Num desafio a tímpanos desprevenidos ensaiam momentos que vão do punk hardcore old school mais ortodoxo ao free jazz mais desconexo.
Os HERE B DRAGONS é um recente projecto musical forjado no Porto por uma formação de 5 elementos, Augusto, Paulo, Helder, Eduardo e Christophe, ocupando respectivamente a voz, sax, bateria, guitarra e baixo. Após sucessivos concertos, a banda tem agora em mão um primeiro single com os temas Safety Margins (com videoclip) e The Ladder, tendo como objectivo promover futuras agendas para concertos e showcases. O som, descrito por quem já ouviu, provém de uma forte linhagem de Rock, mas para quem ainda não ouviu, aconselha-se ver, ouvir e tomarem as suas próprias conclusões nas futuras prestações ao vivo desta banda nortenha.
A informação mais interessante sobre o espaço onde se vai realizar o evento, a saber:
O ESPAÇ0 555 é um local em construção, que está a ser recuperado pela recém-formada associação CONCEPÇÕES S/PECADO com o intuito de o transformar numa ZAP (Zona Autónoma Permanente): um local de convívio fora do tempo, do espaço, e de outras limitações institucionais, dotado de uma diversidade de recursos. Pretende-se que estes recursos incluam galeria, cafetaria/biblioteca, videoteca, laboratório media, postos de livre acesso à internet, ponto de bookcrossing e de distribuição de demos e zines, assim como a cedência de espaço para o desenvolvimento de projectos artísticos e para a realização de acções de formação em geral.As CONCEPÇÕES S/PECADO são uma associação juvenil sem fins lucrativos aberta a todo o tipo de propostas para organização de exposições, workshops ou qualquer outro tipo de eventos/actividades, ou participação de algum modo nesses projectos. Para mais informações consultar o blogue oficial do espaço: http//555.weblog.com.pt - ou pedir informações através do e-mail: almada555@gmail.com - ou melhor ainda visitar o próprio espaço, situado na Rua do Almada, nº 555, no Porto.
Para concluír, este concerto reúne 5 bandas de rock das mais activas e resistentes do panorama underground portuense e nortenho, que mais ou menos ignoradas por alguns media menos atentos ou interessados, reunem para este evento 20 músicos que pretendem demonstrar que é possível juntos, e com a colaboração do ESPAÇO 555, abrir caminho para a auto-promoção e maior visibilidade das suas próprias carreiras (enquanto bandas), contra a fantochada do Rock mais mainstream e de algumas mentes mais empedernidas que apostam muitas vezes numa desvalorização programada e sistemática deste conceito musical e estético que dá pelo nome de ROCK N ROLL.

O CARTEL 2006 E O ESPAÇO 555 CONVIDA TODOS OS APRECIADORES DE ROCK E DO UNDERGROUND A PARTICIPAREM NO EVENTO.

Publicado por 555 às 10:58 AM | Comentários (2)

AULAS DE AÉREOS - TRAPÉZIO E LENÇOL MARINHO

flyer  aulas de aereos

Aulas de Aéreos: Trapézio e Lençol Marinho
Formadora: Isadora Branco
Todas as Quintas (18:00-20:30)

Publicado por 555 às 10:56 AM | Comentários (200)

AULAS DE DANÇA AFRICANA

flyer  aulas de dança africana

Aulas de Dança Africana
Orientadora - Eva Azevedo
Todas as Quartas(20:00-22:00)

Publicado por 555 às 10:55 AM | Comentários (197)

fevereiro 09, 2006

EXPOSIÇÃO DE ANA LÚCIA CRUZ - O ESPAÇO DO MEIO

flyer da exposição de ana lúcia cruz

Este trabalho decorre de uma tentativa de pensar o corpo e o lugar do corpo. Um corpo que é matéria, superfície. Um corpo extenso, longo, largo, alto e profundo. Uma massa densa com tamanho, comprimento e peso. Cabeça, tronco e membros definem a forma e o espaço que este corpo ocupa. A cabeça, cheia de buracos, orifícios, entradas ou saídas é um ponto. O tronco é o pilar, a estrutura. E os membros são as extremidades, extensões dos sentidos. Este corpo suporta o peso da matéria e é também um espaço infinito, um espaço aberto, um lugar espaçoso.
Ter corpo e ser corpo é ser espaço dentro do espaço. Ele penetra o espaço e o espaço entra também dentro dele. O corpo situa-se num intervalo de dois sentidos, entre o lado de cá e o lado de lá, interior e exterior, dentro e fora. Esta dicotomia interior/exterior constitui uma possibilidade de definição do corpo e do lugar do corpo.
Interior é tudo aquilo que está dentro, que é interno, as entranhas ou, a um outro nível, o espírito, a alma. Por oposição, exterior é o que está do lado ou da parte de fora, que é externo, estranho relativamente a qualquer coisa. Mas, entre um e outro, podemos ainda considerar um outro espaço, um espaço do meio (Paulo Cunha e Silva). Este é um espaço intersticial, um lugar de passagem, de impermanência. Constitui um "terçeiro espaço" que é quase um não-espaço, no sentido em que não é absolutamente concreto e definido, não tem fronteiras rígidas, não sabemos onde começa, nem onde acaba, mas existe e pode ser percebido na sua indefinição.

Trata-se de um corpo que tem a capacidade de conter, conservar, encerrar dentro de si. E penso a interioridade desse corpo-contentor com capacidade infinita, em que a pele é o invólucro, a película de fronteira, entre o espaço de dentro e o espaço de fora. É por debaixo da pele que o corpo conserva a sua interioridade protegida entre as paredes que limitam este espaço interior. E existem janelas, portas de acesso que permitem a entrada no espaço de dentro. Essas portas de acesso são os orifícios corporais; buracos, furos, evasões cavadas no corpo. Acessos, poros, cicatrizes, umbigos. Boca, nariz, ouvidos, olhos, ânus. Entradas ou saídas que estão entre todas as coisas permeáveis, entre um "vaivém, engole-e-cospe, inspira/expira, abre e fecha" (Jean-Luc Nancy). Na passagem de um estado a outro é onde se pode encontrar o sentido, nesse espaço dos interstícios. Os orifícios são esses lugares intersticiais que sobredeterminam esta passagem interior/exterior e vice-versa, estabelecendo espaços do meio particulares.

Entre os inúmeros orifícios que se distribuem pela extensão do nosso corpo a boca parece revelar especial protagonismo:
"(...) a boca é o começo ou se quisermos, a proa dos animais... a vida humana ainda se concentra bestialmente na boca, a cólera faz ranger os dentes, o terror, o sofrimento atroz, faz dela órgão dos gritos dilacerantes... orifício dos impulsos profundos(...)" (George Bataille).

A boca e com ela a língua, permite a entrada no interior do corpo, é um órgão que se apresenta como lugar de passagem, uma ponte de ligação entre o lado de dentro e o lado de fora. É o mais interior dos orifícios e o mais exterior dos órgãos. Tão depressa visita o exterior como fica recolhida na sua interioridade, estabelecendo-se aqui uma relação de ambiguidade que faz dela um elemento de infinitas significações.
Com a boca, comemos, bebemos, beijamos, falamos, trincamos, engolimos, cuspimos, lambemos, sugamos, chupamos, saboreamos, vomitamos, mastigamos, tossimos, escarramos, gritamos, berramos, gememos, bocejamos, salivamos...
Este órgão, concentra, portanto, infinitas possibilidades, traduzidas em acção, em movimentos, estados, intervalos de dois sentidos, entre o dentro e o fora. Comer/vomitar, penetrar/expulsar, engolir/expirar, sugar/expelir... E, entre um e outro, está esse espaço do meio que se define nos interstícios dos orifícios, neste caso, nos interstícios da boca, entre a língua, a saliva e os dentes.
A boca exprime o corpo vivo, respirado, sentido, falado. Lugar de uma complexa ambivalência põe a descoberto a carne. Ela é o espaço atravessado pelo ar, pela respiração. É onde as palavras ganham significado. Através dela também nos alimentamos: aqui a comida é recebida, mastigada, consumida. É zona de prazer - sentimos o toque dos lábios, o sabor do beijo. O universo de significações que envolve este órgão é imenso e nele podemos ver reflectidos os limites do comportamento humano, os limites da razão, dos sentidos, das emoções. Imediatamente associado à boca está o acto de comer. Comer é incorporar, engolir, tornar parte de nós qualquer coisa que vem do exterior. Remete também para um sentimento de posse. Comer é um acto de apropriação, é tornar próprio, é transportar de lá para cá, de fora para dentro.
Entre estes dois momentos, dois espaços, dois lados, dois movimentos, há qualquer coisa que fica por dizer, por definir, aquilo que se situa nos interstícios, no cruzamento de direcções. É esse espaço do meio , lugar de impermanência; um terceiro espaço que fica na indefinição dos orifícios. 

Publicado por 555 às 12:56 PM | Comentários (203)

PROGRAMAÇÃO DE FEVEREIRO

flyer com a programação de fevereiro @ 555

Publicado por 555 às 01:46 AM | Comentários (189)

fevereiro 08, 2006

CINEMA PELO CINEMA COM JAIME RIBEIRO

cinema pelo cinema com jaime ribeiro

Programação da sessã - Quarta 8 de Feveirero pelas 22 horas

Espelho da Alma PORTO 1996, 10 min.
"Penso que escrever um texto ou falar sobre este filme tende para uma atitude retórica que não me agrada. O pressuposto deste filme é tentar aproximar espacialmente tanto quanta a técnica cinematográfica o permite, a câmara, o espectador, do espelho e janela da alma, ou força da vida ou motor que nos faz viver."
Jaime Ribeiro

A Peregrinação Porto, 1998
1963 - Uma família tradicional, do interior, a dois dias de viagem do Porto, composta por Pai, 53 anos, Mãe, 50 anos, Filho, 22 anos, Filha, 13 anos, recebem carta de uma prima que tinha emigrado para o Porto, a convidá-los para o seu casamento. Metem-se a caminho por montes e vales. Cada personagem tem uma percepção própria do mundo, que vamos vendo alternadamente, através de imagens e sons. Chegado ao local de pernoita, (uma casa numa mina abandonada onde vive uma mulher de 30 amos) o filho apaixona-se à primeira vista pela mulher. Passada a noite e ao pequeno-almoço, o filho recusa-se a seguir a caminho, para ficar com a mulher. Pai e filho medem forças. Passam 30 anos no mesmo local, no mesmo pequeno-almoço - a mãe quase em agonia força-os a retomarem viagem. Partem no ano de 1993 por estradas e cruzamentos em direcção ao Porto. Entram na "Porta do sol" e vêem, cada um com o seu olhar, a cidadeque os invade, que eles vêem, que a noiva transpira, que eles encontram, noiva que passados 30 anos, espera-os com a certeza de quem vai encontrar, já sem noivo mas ainda com o vestido de noiva, encarnando todas as mulheres, como elemento que liga a terra e o céu.

AÇORES 7min. Açores, 2001
Filme da Praia da Memória - Angra do Heroísmo - Praia da Memória sobre o fio condutor da viagem de D. Pedro I do Brasil, II de Portugal

CICLOPE Porto, 2005
Realizado no âmbito dos Cursos de Produção, Realização e Rodagem no Cineclube do Porto.

O cinema ...
"Nos penedos arrebatados nos aromas dos mares, no palpitar dos prados
enamorados, nas minuciosas flores dos canteiros. Nos planaltos mais corridos.
Nas terras enlameadas, nas musas eternamente pernoitadas nas montanhas, nos
rios amanhecidos na submersão dos velhos. E esta viagem ainda a cruzar a
peregrinação, um cinema aos retalhos, tempestuoso nos olhos quase mortos,
bailarino nas chuvas serenas. Nos pés dos santos e em outros repentinos anjos,
nos cinzelados lavores e em outros louvores suspensos nos céus.
Uma plena parcela a contar retratos, a talhar tempos, todos os lugares da terra,
na guerrilha suprema de sucumbir dos planetas as pinturas dos sonhos. E o cinema
ainda a acolher os bichos, os gordos de vestes, os mostruários dos rostos
cristalinos. A natureza, toda ela a transbordar dos socalcos, dos prados
quietos. Neste traço palpitante e repentino, neste incerto e milagroso
renascimento das aves rasteiras.
Sobre as praças, as memórias e os amores, sobre o desejoso espantalho terno"
Ana Tinoco

Publicado por 555 às 02:00 PM | Comentários (0)

fevereiro 03, 2006

ESQUIZO: O CONTROLO DO CORPO PELA SOCIEDADE

A forma como o ser humano é transformado em pajem dos valores paternalistas e homófabos prescritos pelas instituições conservadoras (Igreja e Estado), serviu de mote à programação deste mês.

Foram escolhidos filmes e vídeos que desmontam as técnicas de controlo do corpo do cidadão anónimo, chegamos a um universo onde a liberdade individual é balizada por redes e teias de relações pessoais e sociais, elos fortificados e dependências mútuas. Teias e redes estas, que têm por fim último, a criação do cidadão sexualmente estereotipado.

2 de Fevereiro de 2006
Fear Eats the Soul, 1974, 90’ de R. Fassbinder
Legendas em Inglês.

9 de Fevereiro de 2006
How Much Affection, 1958, 29’ de Paul H. Landis
Versão Original

Glen or Glenda, 1953, 68’ de Edward D. Wood Jr.
Versão Original

16 de Fevereiro de 2006
But I’m a Cheerleader, 1999, 90’ de Jamie Babbit
Versão Original

23 de Fevereiro de 2006
Emperor Tomato Ketchup, 1970, 29’ de Shuji Terayama
Sem Legendas

2 de Fevereiro de 2006
Fear Eats the Soul, 1974, 90’ de R. Fassbinder
Legendas em Inglês.

Num dia de chuva, uma mulher alemã de meia idade conhece e apaixona-se por um emigrante marroquino vinte anos mais novo. Quando decidem casar são hostilizados pelos amigos, e nesse momento começam a duvidar do sentimento sentido.

9 de Fevereiro de 2006
How Much Affection, 1958, 29’ de Paul H. Landis
Versão Original

How Much Affection é um documentário institucional e tem como tema a educação de afectos dos adolescentes americanos no final dos anos 50.

Glen or Glenda, 1953, 68’ de Edward D. Wood Jr.
Versão Original

Após o suicídio de um travesti, um policia e um psiquiatra conversam sobre os motivos que leva um homem a vestir-se de mulher. Nesta conversa o psiquiatra conta duas histórias. Na primeira, Glen, casado com Barbara, tenta conversar com a esposa sobre a necessidade que sente de usar os seus vestidos; na segunda, Alan, através de uma cirurgia, decide transformar-se definitivamente em mulher.

16 de Fevereiro de 2006
But I’m a Cheerleader, 1999, 90’ de Jamie Babbit
Versão Original

Filme de época passado provavelmente na década de 50, conta a historia duma adolescente bem sucedida de quem colegas e família suspeitam ser lésbica. Megan é popular, bonita, namora com o capitão
da equipa de futebol e é cheerleader. A mãe e o pai, contudo, vêm alguns indícios preocupantes: é vegetariana, tem cartazes de Melissa Etheridge na parede do quarto e não gosta de beijar o namorado. Razões suficientes para enviar a filha para um campo de reabilitação sexual.

23 de Fevereiro de 2006
Emperor Tomato Ketchup, 1970, 29’de Shuji Terayama
Sem Legendas

Emperor Tomato Ketchup, é um filme de Culto dos anos 70 dirigido pelo japonês Terayama onde as crianças começam a revoltar-se contra a opressão da família e do estado, criando uma sociedade feita de sexo,
violência e subversão social.

Publicado por 555 às 05:24 PM | Comentários (201)