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maio 18, 2006
SUPERFANTASTIC ART SHOW

A GALINHA DA VIZINHA É MELHOR QUE A MINHA
Exposição colectiva comissariada por Randolph Albright, participada por 32 artistas provenientes de diversos países.
Artes Plásticas
Desenho/Pintura
Fotografia, vídeo e objectos
Artistas Representados:
Randolph Albright
Devendra Banhart
Branca Bastos
Sara Bento de Castro
João Correia
Ela Boyd
Hillary Bullock
Adrien Casey
Natalie Conn
Simone Donati
Martinka Edoga
Pedro Faro
M. Fey
Kyle Field
Doug Fogelson
Conrad Freiburg
Daniel Heimbinder
Elizabeth Hoeckel
John Howlett
Kate Jaschinsky
Silvia Lança
Frederico NS
Brian Pusey
Yves Schaum
Susanne Schmitt
Benn sena
Candice soave
Eva Struble
Zack Taylor
Peter Vink
Joshua Wiles
David Bohm
Exposição de quadros na parede
Nos últimos dez anos tenho tido por prática estender a minha actividade artística ao exercício dos papéis de coleccionador, curador e promotor das obras da minha geração. Criando, pacientemente e enquanto viajo, uma rede de amizades nos mais diversos ambientes dentro do universo daqueles que produzem, discutem e investigam arte, um processo de natural partilha de imagens e ideias.
As exposições apresentam-se como uma cristalização destas viagens e ligações. O processo de selecção e montagem desenvolve-se baseado em confiança e respeito mútuo; os trabalhos a exibir são decididos pelos próprios artistas e excluímos à partida a tentação de uma estrutura temática que limitasse a representação livre da busca individual do criador. No intuito de permitir que a actualidade física e temporal de cada interveniente colabore e seja responsável pelo resultado da colectiva, não fazemos nenhum esforço para provar ou concretizar uma imagem pré-idealizada do resultado do evento. A diversidade resultante, tanto das soluções formais como das referências conceptuais dos artistas, permite uma reconstrução das hierarquias que são impostas às nossas produções visuais pelas politicas da escola de arte, pelo mercantilismo inflacionado da galeria e pela (distante) noção do museu como colector.
Estas novas redes tornaram-se nas nossas veias e nos nossos nervos. Finos filamentos, no melhor, mas através deles tudo flúi, ligam as nossas presenças físicas e intenções criativas. Na nossa perspectiva, deixamos de entrar no futuro, a nossa relação com o tempo escapou aos ciclos naturais. Avançamos dentro das nossas redes, estamos em impansão, numa exploração interna do poder que temos para fazer acontecer. A existência deixou de poder definir-se cartesianamente, com a nossa entidade ocupando o lugar do centro; hoje precisamos de calcular as nossas articulações e prolongamentos a partir de um número imenso de eixos.
A nossa produção artística, olhando o particular, é a frente primeira de um objecto tão virtualizado que quase não existe. Na acção de olhar e reflectir projectamos nos objectos ideias e discursos que criam constantemente novos espaços na nossa rede relacional. Não estamos simplesmente a expandir-nos para um novo território, crescemos mais e mais intricados; a velocidade e o deslocamento (reforçados pela comunicação instantânea) permitem e forçam-nos a criar hiperespaço relacional. Não podemos entender muito bem para onde queremos ir, mas estamos lá.
Na composição final destas exposições, confrontando-as, o público pode sentir a estranheza de uma consciência colectiva na nossa presença pictural; não dependendo simplesmente na intenção didáctica de profissionais da arte, mas através da encenação casual de um organismo familiar, algo que unicamente é.
Randolph Albright e José Roseira
Publicado por 555 às 03:03 PM | Comentários (0)
1MINUTO1SEGUNDO
Vídeo-instalação por Aya Koretzky e Miguel Clara Vasconcelos a partir de 20 de Maio.
Instalação de três vídeos que consiste em concentrar a contemplação de uma paisagem ao longo de um dia num minuto, percebendo a transformação do objecto contemplado e do sujeito contemplador e introspectivo, transpondo a ideia de movimento para a noção de passagem de tempo.
Estes projectos nascem da investigação artística que Aya Koretzky tem vindo a desenvolver como percurso próprio dentro da sua formação em Pintura, na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, combinado com o trabalho vídeo documental que Miguel Clara Vasconcelos tem desenvolvido na sua actividade de realizador e artista visual, capacidades que adquiriu através de uma formação pluridisciplinar em diversos cursos e na Universidad Europea de Madrid, onde obteve o Master em Arte e Novas Tecnologias.
Os projectos têm como raízes assumidas e conscientes a metodologia de trabalho de Tehching Hsieh, a obra fotográfica de Hiroshi Sugimoto e de Andreas Gursky, os princípios do serialismo e a percepção zen da paisagem como reflexo do nosso estado interior.
Publicado por 555 às 10:27 AM | Comentários (0)
maio 17, 2006
17 MAIO - CINEMA PELO CINEMA COM....VASCO COSTA
Cinema pelo cinema... com Vasco Costa
Projecção de filmes super 8mm seleccionada por Vasco Costa
O cinema na sua condição de memória, registo e matéria da linguagem plástica, e com a imagem a história da imagem.
A IMAGEM MODELADA
Cinema trouvê ou ready-made cinematográfico.
O objecto cinematográfico encontrado na categoria de objecto antropológico ou mesmo de historiografia social de uma época específica num determinado lugar, Portugal 1970. A culturalização Norte Americana e outsider a colonizar os seus espectadores curiosos de novidade exterior.
Vasco Costa
Programa da sessão:
World Cup México
Lewis Productions (Columbia)
1970, 11 min., P/b
Documentário
Apolo 8 (Moon Orbit)
Oficcial Nasa Footage
1968, 10 min., P/b
Documentário
Window-Cleaner Paradise
Produção: Orange Films
Anos 70, Holanda, 10 min., Cor
Pornográfico
The Seventh Voyage of Sinbad, The Dragons Liar
10 min., P/b
Ficção
Topcat
Anos 70, 11 min., P/b
Animação
Os filmes serão acompanhados com música
Cinema pelo cinema... com Vasco Costa
Dia 17 de Maio de 2006
no 555 - Rua do Almada, 555 - Porto
pelas 22h
Projecção de filmes super 8mm seleccionada por Vasco Costa
O cinema na sua condição de memória, registo e matéria da linguagem plástica, e com a imagem a história da imagem.
Também este cinema de bolso da distribuição barata para a culturalização!
No lugar do projeccionista aficcionado, encontro aqui a possibilidade de manipulação no processo da mecânica da luz e circuito da imagem em movimento, recontactando a manipulação directa na magia do circuito animado da pelicula perante o projector e os espectadores.
Uma sequência de filmes de várias categorias, resgatadas no tempo em que o Super 8mm era a tecnologia de cinema doméstico ambulante e independente, um formato de acessibilidade popular que também permitia um cinema de recreio e de cultura.
Curiosamente estes filmes pertenciam a uma associação cultural e recreativa, que entre outras actividades, também promovia e realizava sessões de cinema. Teremos desta forma uma réplica do que seria uma sessão de cinema de uma sociedade recreativa e cultural dos anos 70 em Portugal.
A IMAGEM MODELADA
Cinema trouvê ou ready-made cinematográfico.
O objecto cinematográfico encontrado na categoria de objecto antropológico ou mesmo de historiografia social de uma época específica num determinado lugar, Portugal 1970. A culturalização Norte Americana e outsider a colonizar os seus espectadores curiosos de novidade exterior.
Vasco Costa
Programa da sessão:
World Cup México
Lewis Productions (Columbia)
1970, 11 min., P/b
Documentário
Apolo 8 (Moon Orbit)
Oficcial Nasa Footage
1968, 10 min., P/b
Documentário
Window-Cleaner Paradise
Produção: Orange Films
Anos 70, Holanda, 10 min., Cor
Pornográfico
The Seventh Voyage of Sinbad, The Dragons Liar
10 min., P/b
Ficção
Topcat
Anos 70, 11 min., P/b
Animação
Os filmes serão acompanhados com música
Publicado por 555 às 08:09 PM | Comentários (0)
PROGRAMAÇÃO DRIVE IN -MAIO
Depois de um interregno de duas semanas o Drive In regressa com dois filmes dedicados à Arte Pública. Apareçam às 22h!!
CICLO "A ARTE SAIU À RUA"
Dia 18
"Fora de Água", de Catarina Mourão
1997, 47'
Sinopse:
Em Maio de 1997 e com o apoio do programa Europeu Interreg II, dez
artistas plásticos foram convidados para realizar várias intervenções
de arte pública no distrito de Beja.
Este documentário conta a história do encontro entre estas obras, os
seus autores e a população local, dando a conhecer os vários pontos de
vista nesta experiência que, por ser pública, obrigatoriamente
envolveu a população como receptora. No entanto, neste episódio muitos
disseram que em vez de arte pública, houve antes arte contra o público
- culminando esta experiência na destruição de uma das obras pela
população. Pergunta-se quem eram afinal os destinatários destas obras?
Através do registo deste confronto "Fora de Água" procura questionar o
impacto e percepção da "arte pública" por aqueles que à partida são os
seus beneficiários, abrindo a discussão sobre a responsabilidade do
artista nas questões inerentes à recepção da sua obra.
Dia 25
"Geração Feliz", de Leonor Areal
1999, 90'
Sinopse:
Durante uma década, o grupo de teatro inesperado "Os Felizes da Fé"
deixou uma marca indelével no panorama artístico do final do séc. XX.
Com os seus happenings de rua, os Felizes desafiaram todas as formas
de autoridade civil, política ou moral. No entanto, a sua actividade
cessou inexplicavelmente em 1995... perseguindo os motivos para esta
morte tão súbita quanto infeliz, este documentário relata a história
do grupo.
CICLO "A ARTE SAIU À RUA"
Dia 18
"Fora de Água", de Catarina Mourão
1997, 47'
Sinopse:
Em Maio de 1997 e com o apoio do programa Europeu Interreg II, dez
artistas plásticos foram convidados para realizar várias intervenções
de arte pública no distrito de Beja.
Este documentário conta a história do encontro entre estas obras, os
seus autores e a população local, dando a conhecer os vários pontos de
vista nesta experiência que, por ser pública, obrigatoriamente
envolveu a população como receptora. No entanto, neste episódio muitos
disseram que em vez de arte pública, houve antes arte contra o público
- culminando esta experiência na destruição de uma das obras pela
população. Pergunta-se quem eram afinal os destinatários destas obras?
Através do registo deste confronto "Fora de Água" procura questionar o
impacto e percepção da "arte pública" por aqueles que à partida são os
seus beneficiários, abrindo a discussão sobre a responsabilidade do
artista nas questões inerentes à recepção da sua obra.
Ficha Técnica:
Realização: Catarina Mourão
Argumento: Catarina Mourão
Fotografia: João Ribeiro e Catarina Mourão
Som: Catarina Mourão e Teresa Fradique
Montagem: Catarina Mourão e Pedro Duarte
Produção: Catarina Mourão
Apoios: IAC, Interreg II
Dia 25
"Geração Feliz", de Leonor Areal
1999, 90'
Sinopse:
Durante uma década, o grupo de teatro inesperado "Os Felizes da Fé"
deixou uma marca indelével no panorama artístico do final do séc. XX.
Com os seus happenings de rua, os Felizes desafiaram todas as formas
de autoridade civil, política ou moral. No entanto, a sua actividade
cessou inexplicavelmente em 1995... perseguindo os motivos para esta
morte tão súbita quanto infeliz, este documentário relata a história
do grupo.
Ficha Técnica:
Realização/Argumento: Leonor Areal
Fotografia: Leonor Areal, outros
Som: Luís Carapeto
Produção: Videamus
Publicado por 555 às 07:50 PM | Comentários (0)
maio 08, 2006
LABORATÓRIO DE TEATRO E DANÇA

Publicado por 555 às 12:07 PM | Comentários (0)
DIA MUNDIAL DO COMÉRCIO JUSTO

Publicado por 555 às 12:06 PM | Comentários (1)
