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<title>555</title>
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<copyright>Copyright (c) 2007, 555</copyright>
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<title>NOVO SITE DO 555</title>
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<![CDATA[<p>O <a href="http://almada555.com">555</a> tem um novo site - <a href="http://almada555.com">http://www.almada555.com</a></p>]]>

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<title>FUCK LOVE LET´S DANCE</title>
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<summary type="text/plain"> Filling in the gaps, working around the spaces, nudging you awake and generally poking, prodding and herding you towards your designated space. The Ushers are Adam Kershaw, Daniela Rebeiro and Joana Gusmão. The Ushers present: FUCK LOVE LET´S DANCE...</summary>
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<![CDATA[<div class="centro"><img src="http://fulano47.com/555/mailing5dez/theushers.jpg" alt="flyer da mostra associativa juvenil"/></div>

<p>Filling in the gaps, working around the spaces, nudging you awake and generally poking, prodding and herding you towards your designated space. The Ushers are Adam Kershaw, Daniela Rebeiro and Joana Gusmão.<br />
 <br />
The Ushers present:  FUCK LOVE LET´S DANCE<br />
     <br />
THE USHERS (OS ASSISTENTES DE SALA) apresentam o seu mais recente trabalho intitulado FUCK LOVE LET´S DANCE. A performace explora temas relacionados com a "Crueldade no Amor". Adam Kershaw, Daniela Rebeiro e Joana Gusmão personificam três visões das relações modernas.<br />
 <br />
Nota: A performance é bilingue (Português e Inglês) e tem a duração de 10 minutos</p>

<p><a href="http://www.myspace.com/TheUshers">www.myspace.com/TheUshers</a></p>]]>

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<title>555 @ MOSTRA ASSOCIATIVA JUVENIL</title>
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<modified>2006-11-16T16:17:45Z</modified>
<issued>2006-11-16T15:51:45Z</issued>
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<summary type="text/plain"><![CDATA[ 17, 18, 19 Novembro no CACE Cultural do Porto ALGUNS DOS OBJECTIVOS A ALCAN&Ccedil;AR Pretende-se que o Encontro e Feira das Associa&ccedil;&otilde;es possa servir como “montra” para promover as associa&ccedil;&otilde;es, divulgando as suas actividades, possibilitando o interc&acirc;mbio e a...]]></summary>
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<![CDATA[<div class="centro"><img src="http://www.urbart.org/555/mostra.jpg" alt="flyer da mostra associativa juvenil"/></div>

<p><strong>17, 18, 19 Novembro no CACE Cultural do Porto</strong></p>

<p><strong>ALGUNS DOS OBJECTIVOS A ALCAN&Ccedil;AR </strong><br />
Pretende-se que o Encontro e Feira das Associa&ccedil;&otilde;es possa servir como “montra” para promover as associa&ccedil;&otilde;es, divulgando as suas actividades, possibilitando o interc&acirc;mbio e a troca de experi&ecirc;ncias entre elas, estimulando ao mesmo tempo o esp&iacute;rito de iniciativa e a criatividade dos jovens. <br><br />
  Queremos que este seja um enorme espa&ccedil;o de aprendizagem, anima&ccedil;&atilde;o, cultura e lazer e que possa constituir um marco qualitativo na afirma&ccedil;&atilde;o do associativismo juvenil do Norte de Portugal e da Galiza. <br><br />
  Queremos ainda que sejam abordadas quest&otilde;es sens&iacute;veis e pertinentes para jovens de ambos os pa&iacute;ses, nomeadamente no que respeita ao potencial de coopera&ccedil;&atilde;o transfronteiri&ccedil;o. <br><br />
  Em suma, queremos criar um espa&ccedil;o de interc&acirc;mbio associativo entre o Norte de Portugal e a Galiza, promovendo o inter-conhecimento das diferentes associa&ccedil;&otilde;es, favorecendo parcerias e o trabalho em rede para o futuro.</p>

<p>O Associativismo Juvenil local representa um importante papel no desenvolvimento das comunidades em que se insere, desde a pequena aldeia, vila ou cidade at&eacute; aos grandes centros urbanos. Constitui tamb&eacute;m uma verdadeira escola para a forma&ccedil;&atilde;o de cidad&atilde;os activos, participativos, conscientes e empenhados na vida p&uacute;blica, promovendo, ao mesmo tempo, a igualdade de oportunidades para todos os jovens envolvidos. </p>

<p><strong>ASSOCIATIVISMO JUVENIL:<br />
PLATAFORMA DE PARTICIPA&Ccedil;&Atilde;O POL&Iacute;TICA DAS NOVAS GERA&Ccedil;&Otilde;ES </strong><br />
O Associativismo Juvenil assume-se ainda como uma estrat&eacute;gia para a preven&ccedil;&atilde;o dos comportamentos desviantes, contribuindo para uma efectiva integra&ccedil;&atilde;o social, ao mesmo tempo que permite o desenvolvimento de aptid&otilde;es pessoais e sociais &uacute;teis para uma futura inser&ccedil;&atilde;o no mercado de trabalho.</p>

<p>A FAJDP – Federa&ccedil;&atilde;o das Associa&ccedil;&otilde;es Juvenis do Distrito Porto &eacute; uma entidade sem fins lucrativos que foi fundada em 1986 por um grupo de associa&ccedil;&otilde;es juvenis e tem procurado ao longo dos anos, n&atilde;o s&oacute; representar as associa&ccedil;&otilde;es juvenis junto das entidades oficiais, como tamb&eacute;m contribuir para a promo&ccedil;&atilde;o do associativismo e de valores como o voluntariado, a solidariedade e o esp&iacute;rito cr&iacute;tico junto dos jovens, reivindicando melhores condi&ccedil;&otilde;es para as associa&ccedil;&otilde;es e para a participa&ccedil;&atilde;o c&iacute;vica dos jovens, num esfor&ccedil;o colectivo que, pouco a pouco, tem dado os seus frutos. <br><br />
 A credibilidade e a import&acirc;ncia social e pol&iacute;tica da Federa&ccedil;&atilde;o tem vindo a aumentar de ano para ano, sendo hoje reconhecida como parceiro interlocutor das associa&ccedil;&otilde;es juvenis e dos jovens junto dos diferentes &oacute;rg&atilde;os de soberania tanto a n&iacute;vel local, regional e nacional como at&eacute; a n&iacute;vel Europeu.</p>

<p><a href="http://www.fajdp.pt/prog_mostra01.jpg">Programa da Mostra Associativa - Parte I</a><br />
<a href="http://www.fajdp.pt/prog_mostra02.jpg">Programa da Mostra Associativa - Parte II</a></p>]]>
<![CDATA[<p><strong>“ENCONTRAR” AS JUVENTUDES DO NORTE DE PORTUGAL E DA GALIZA </strong><br />
O cont&iacute;nuo geogr&aacute;fico que une o norte de Portugal &agrave; Galiza compreende uma enorme riqueza hist&oacute;rica e cultural que aproximou as gentes ao longo de s&eacute;culos, mas que precisa de ser devidamente consciencializada e verdadeiramente “encontrada” pelas novas gera&ccedil;&otilde;es. Neste contexto a FAJDP pretende realizar um evento que re&uacute;na jovens dirigentes associativos dos dois lados da fronteira em molde de Encontro e de Feira/mostra de actividades associativas. <br><br />
Urge pensar as regi&otilde;es numa esfera cada vez mais abrangente que inter relacione os v&aacute;rios aspectos e agentes da vida social, econ&oacute;mica, cultural e pol&iacute;tica. Quem melhor que os jovens dirigentes associativos desta vasta regi&atilde;o norte-peninsular para debater os problemas que afectam as suas localidades e o seu trabalho di&aacute;rio de forma a cumprirem mais eficazmente a miss&atilde;o das institui&ccedil;&otilde;es que dirigem?! <br><br />
Este grande evento associativo ser&aacute; uma refer&ecirc;ncia para um futuro que se quer cada vez mais assente no trabalho em rede inter-institucional, potenciado por sinergias transfronteiri&ccedil;as cada vez mais s&oacute;lidas.</p>]]>
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<title>REABERTURA 555!!! Sáb11Nov 5:55pm</title>
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<modified>2006-11-14T01:35:20Z</modified>
<issued>2006-11-09T15:25:38Z</issued>
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<summary type="text/plain"> E eis que, contrariamente às expectativas dos mais resinosos censores e zelosos conservadores, o 555 reabre! Depois de três meses de árdua luta contra infinitas adversidades capazes de fazer corar Homero e de um tortuoso curso de aperfeiçoamento hoteleiro...</summary>
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<![CDATA[<div class="centro"><img src="http://www.urbart.org/555/cartaz-2web.jpg" alt=""/></div>

<p>E eis que, contrariamente às expectativas dos mais resinosos censores e zelosos conservadores, o 555 reabre! Depois de três meses de árdua luta contra infinitas adversidades capazes de fazer corar Homero e de um tortuoso curso de aperfeiçoamento hoteleiro em regime de internato numa leitaria no Atol de Mururoa, temos o prazer de anunciar às multidões de fãs e simpatizantes acérrimos, que no próximo sábado, dia 11, voltamos à carga, a partir das 5:55 da tarde.</p>

<p>Decorridas com normalidade as três fases do concurso público que tutelou a triagem das várias dezenas de milhar de propostas concorrentes ao cardápio de reabertura, acabámos por arbritar recorrendo exclusivamente à observação dos registos dentários em idade pré-escolar dos candidatos. Contamos então nas nossas fileiras inaugurais com uma lancinante e pungente instalação de <strong>Filipe Garcia</strong>, duas curtas metragens do mexicano <strong>Ernesto Morales Gonzáles</strong> e a performance Bathory por <strong>Mariana Amorim</strong>. De batuta em riste e simultaneamente de mãos dadas com as mais cândidas e pueris normas de boa vizinhança, contaremos com a erudição leguminosa de <strong>Marta Von Óióai</strong> socorrida pontualmente pela Santíssima Trindade que se fará representar pelas exuberantes presenças de <strong>João Bento</strong>, <strong>Vasco Costa</strong> e <strong>Ana Montalvão</strong>. A aragem visual na cafetaria é da responsabilidade do fantástico <strong>Miguel Januário</strong>, a quem estamos eternamente gratos.</p>

<p>Deitados os primeiros foguetes, convém sublinhar os aprimoramentos ao nível das aulas, formações e workshops - abrimos a temporada com <strong>Tai Chi</strong>, <strong>Trapézio e Lençol Marinho</strong>, <strong>Dança Oriental</strong> e <strong>Massagem Ayurvédica</strong> em instalações melhoradas (+ informações abaixo).</p>]]>

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<title>THE EMPTY BOX 1 instalação de Filipe Garcia</title>
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<modified>2006-11-09T15:40:21Z</modified>
<issued>2006-11-09T15:24:03Z</issued>
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<summary type="text/plain"> “... O vazio é primeiro, está aquém da ausência de tudo. Quando toda a presença desaparece, e deixa de haver lugar a preencher por uma coisa, então surge o vazio primordial, de onde sairão as forças para, precisamente, criar,...</summary>
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<![CDATA[<div class="centro"><img src="http://www.urbart.org/555/emptybox_nett.jpg" alt=""/></div>

<p>“... O vazio é primeiro, está aquém da ausência de tudo. Quando toda a presença desaparece, e deixa de haver lugar a preencher por uma coisa, então surge o vazio primordial, de onde sairão as forças para, precisamente, criar, agir, pensar. Do vazio nascem os pensamentos únicos, nunca anteriormente pensados, como dele, nasce a obra (eventualmente de arte) absolutamente original. Para que ocorram é preciso saber produzir o vazio ...”</p>

<p>José Gil (Portugal, Hoje – O Medo de Existir)</p>]]>

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<title>2 CURTAS METRAGENS MEXICANAS de Ernesto Morales Gonzáles</title>
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<modified>2006-11-09T17:07:54Z</modified>
<issued>2006-11-09T15:13:18Z</issued>
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<summary type="text/plain"> Serie de dos cortometrajes títulados a continuación y explicados respetando su orden secuencial en términos de movimiento. El tema principal que reune a dichas grabaciones es la soledad, aquella que no necesita de una estancia física para suceder. El...</summary>
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<![CDATA[<div class="centro"><img src="http://www.urbart.org/555/mexico_flag.gif" alt=""/></div>

<p>Serie de dos cortometrajes títulados a continuación y explicados respetando su orden secuencial en términos de movimiento.</p>

<p>El tema principal que reune a dichas grabaciones es la soledad, aquella que no necesita de una estancia física para suceder.</p>

<p>El hombre y la mujer a final de cuentas llevan consigo sus miedos, angustias, placeres, su dolor y demás de manera única, individual, autêntica e incompartible...</p>

<p>Definición personal de la cinema en general y sentimiento que me acompañó a lo largo de ésta serie:</p>

<p>Es la luz que destella al fin de la noche dibujando un haz que marca sin remordimiento alguno lo que casi se puede tocar, amarga amiga que me hace caminar en busca de una quimera natural que al armonizarse e intercalarse con la oscuridad decanta más interés.</p>

<p>Hermosa y rica, acomplejada por los deseos humanos y por sus miserias la acompaño como puedo y como creo, la busco y la analizo, siento ganas de abrazarla pero es inmensa por lo cual tengo que crecer o por lo menos encontrar la manera de escalarla para así ver más allá. La espontaneidad es su más grande encanto, es una mezcla de trabajo con intuición, de minucioso plan con libertad plena y con sus respectivas improvisaciones.</p>

<p>Me encuentro en un lugar en donde no hay sitio para la elocuencia, donde no cabe la coherencia ni la congruencia, aunque cabe decir que las imágenes son de una claridad nítida, que sugieren conceptos inconclusos con expresiones tangibles y provienen en su gran mayoría de una exploración al interior de las memorias y de las sensaciones físicas, por lo cual a parte de argumentar de forma mágica grandes realidades, atemorizan y lastiman, destruyen y transforman, es decir, cambian vidas.</p>

<div class="centro"><img src="http://www.urbart.org/555/benjamin.jpg" alt=""/></div>

<p><strong>Benjamín</strong></p>

<p>Un hombre joven (tez blanca, estatura corta, vestido de traje gris, camisa blanca a medio abrir, corbata arrugada y mal atada azul) cruza en la oscuridad de la noche con la mirada dirigida al suelo el final de un puente, es iluminado por faroles de luz blanca que mientras camina para salir de él, lo meten en un campo de sombra y luego luz continuamente hasta dejarlo por último en el pleno negro.<br />
Pasan los vagones del metro en dirección izquierda a una velocidad ascendiente con las luces internas encendidas generando una especie de desfile de luces.</p>

<p>(duración aproximada: 11.49min)</p>

<div class="centro"><img src="http://www.urbart.org/555/remake.jpg" alt=""/></div>

<p><strong>Remake “Looking For Mr. Goodbar” (Richard Brooks)</strong></p>

<p>Theresa: Recién egresada de la universidad, en la época de los setenta (liberación femenina) es una joven de familia católica conservadora y padre dominante de ascendencia irlandesa, ha sufrido un trauma físico de niña (polio) y acaba de experimentar una relación sexual amorosa con su ex-profesor de literatura.</p>

<p>Martin: Profesor de universidad pretencioso en la edad de la crisis media coqueto e irresponsable, machista y oportunista.</p>

<p>Martin rompe con su relación.</p>

<p>Música no diegética “Claro de Luna” de Beethoven.</p>

<p>Oficina de Martin en uno de los dormitorios de la universidad.</p>

<p>(Duración aproximada: 3min)</p>]]>

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<title>MARTA VON ÓIÓAI</title>
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<modified>2006-11-09T15:34:01Z</modified>
<issued>2006-11-09T15:10:46Z</issued>
<id>tag:555.weblog.com.pt,2006://565.376288</id>
<created>2006-11-09T15:10:46Z</created>
<summary type="text/plain"> Recital vespertino outonal de música requintada. Marta von Óióai convida-a(o) a visitar paisagens sonoras d&apos;o Sado-Barroco ao Maso-Punk. A decisão temática para uma discussão pública recaiu n&apos; &quot;A Molécula do Cosmos&quot; e n&apos; &quot;Afinal o homem já não é...</summary>
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<![CDATA[<div class="centro"><img src="http://www.urbart.org/555/marta555.jpg" alt=""/></div>

<p>Recital vespertino outonal de música requintada.</p>

<p>Marta von Óióai convida-a(o) a visitar paisagens sonoras d'o Sado-Barroco ao Maso-Punk.</p>

<p>A decisão temática para uma discussão pública recaiu n' "A Molécula do Cosmos" e n' "Afinal o homem já não é inteligente".</p>

<p>Por vezes, o martelo entra como tecnologia de ponta... Acredita na ficção científica ou mesmo na matemática.</p>

<p>Marta von Óióai costuma escangalhar aparelhagens romanticamente. O desejo de um bom serão! ¨¨¨¨¨</p>]]>

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<title>BATHORY performance de Mariana Amorim</title>
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<modified>2006-11-09T15:33:12Z</modified>
<issued>2006-11-09T15:04:20Z</issued>
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<summary type="text/plain"> &quot;...e quanto à alma, passava sem medo nem remorso sob o arco da morte.&quot; Valentine Penrose Tendo como fonte de inspiração uma das mulheres mais controversas dos anuais da história do terror, Elizabeth Bathory - a condessa sanguinária, nesta...</summary>
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<![CDATA[<div class="centro"><img src="http://www.urbart.org/555/elizabeth.jpg" alt=""/></div>

<p>"...e quanto à alma, passava sem medo nem remorso sob o arco da morte."</p>

<p>Valentine Penrose</p>

<p>Tendo como fonte de inspiração uma das mulheres mais controversas dos anuais da história do terror, Elizabeth Bathory - a condessa sanguinária, nesta peça experienciam-se sonhos, pesadelos, realidades e alucinações que originam várias transformações na fisicalidade e presença da performer.</p>]]>

</content>
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<title>AULAS/ACTIVIDADES</title>
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<modified>2006-11-09T16:42:20Z</modified>
<issued>2006-11-09T14:54:48Z</issued>
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<created>2006-11-09T14:54:48Z</created>
<summary type="text/plain"> TAI CHI Mestre Xie Domingos 17.30/19h 30e 91 769 31 26 TRAPÉZIO E LENÇOL MARINHO Ilya Mook Segundas 19/21h 20e 93 116 31 03 YOGA Sílvia Palma Quartas e Sextas 19/20h 30e 96 555 64 22 DANÇA ORIENTAL Diana...</summary>
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<email>tiagoabelha@gmail.com</email>
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<![CDATA[<div class="centro"><img src="http://www.urbart.org/555/actividades_5_03.jpg" alt=""/></div>

<p><strong>TAI CHI</strong><br />
Mestre Xie<br />
<strong>Domingos</strong> 17.30/19h<br />
30e<br />
91 769 31 26</p>

<p><strong>TRAPÉZIO E LENÇOL MARINHO</strong><br />
Ilya Mook<br />
<strong>Segundas</strong> 19/21h<br />
20e<br />
93 116 31 03</p>

<p><strong>YOGA</strong><br />
Sílvia Palma<br />
<strong>Quartas e Sextas</strong> 19/20h<br />
30e<br />
96 555 64 22</p>

<p><strong>DANÇA ORIENTAL</strong><br />
Diana Azevedo<br />
<strong>Quintas</strong> 20/22h<br />
25e<br />
93 938 36 43</p>

<p><strong>MASSAGEM AYURVÉDICA</strong><br />
Sílvia Palma<br />
<strong>Por marcação</strong><br />
30e<br />
96 555 64 22</p>]]>

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<title>INSIGHTS - EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA</title>
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<modified>2006-12-14T10:06:39Z</modified>
<issued>2006-07-07T13:57:19Z</issued>
<id>tag:555.weblog.com.pt,2006://565.178945</id>
<created>2006-07-07T13:57:19Z</created>
<summary type="text/plain">No próximo sábado, dia 8 de Julho, inaugura pelas 22H no 555 a exposição colectiva de fotografia INSIGHTS. As obras apresentadas são o resultado do desenvolvimento de um projecto pessoal que cada aluno se propôs a fazer para a disciplina...</summary>
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<email>tiagoabelha@gmail.com</email>
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<![CDATA[<p>No próximo sábado, dia 8 de Julho, inaugura pelas 22H no 555 a exposição colectiva de fotografia INSIGHTS.</p>

<div class="centro"><img src="http://static.flickr.com/49/184032474_882e36eb49_o.jpg" alt=""/></div>

<p>As obras apresentadas são o resultado do desenvolvimento de um projecto pessoal que cada aluno se propôs a fazer para a disciplina de Projecto e Crítica, do 3º ano do Curso Superior de Fotografia da ESAP.</p>

<p>O catálogo da exposição encontra-se disponível em <a href="http://pwp.netcabo.pt/0420894301/555/catalogo_esap.pdf">formato PDF</a>.</p>]]>

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<title>LOS AMANITA E CHEMICAL WIRE</title>
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<modified>2006-12-14T10:06:39Z</modified>
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<summary type="text/plain">SÁBADO 08 * 16h LOS AMANITA Los Amanita são um projecto de fusao musical baseado em estados de espirito e situacoes caricatas ou simplesmente do foro emocional. Navegam por ritmos dancaveis espalhando alegria com uma atitude sempre positiva. Este grupo...</summary>
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<![CDATA[<p>SÁBADO 08 * 16h </p>

<div class="centro"><img src="http://pwp.netcabo.pt/0420894301/555/mails/COW_FINAL1.gif" alt=""/></div>

<p><br />
LOS AMANITA<br />
Los Amanita são um projecto de fusao musical baseado em estados de espirito e situacoes caricatas ou simplesmente do foro emocional. Navegam por ritmos dancaveis espalhando alegria com uma atitude sempre positiva. Este grupo de amigos com um ano de existencia musical mantem a mesma disposicao, mantendo-se fiel as suas origens. Tudo o que sequiser saber mais, em palco sera elucidado com toda a certeza...</p>

<p><br />
Sniffing Dawg - guitarra e voz<br />
Jim Beah - baixo<br />
Al Yerva - Percussão<br />
Juny Dabrutska - guitarra<br />
Benito Calamare - bateria</p>

<p>www.myspace.com/losamanita</p>

<p><br />
CHEMICAL WIRE<br />
Os Chemical Wire surgem na cidade do Porto em 2002. Davide Lobão na voz, Pedros Pires na bateria, João Ribeiro na guitarra e Pedro Melo no baixo completam o alinhamento de uma fórmula enérgica e contagiante de um rock de raízes dançáveis.</p>

<p>www.myspace.com/wisewomb</p>]]>

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<title>DRIVEIN -  MÊS DE JULHO</title>
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<modified>2006-12-14T10:06:39Z</modified>
<issued>2006-07-06T13:34:02Z</issued>
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<summary type="text/plain">Ataque do Marialva PROGRAMA Quinta, 6 de Julho, O Sheike Branco, Federico Fellini Sexta, 7 de Julho, O Delfim, Fernando Lopes Quinta, 13 de Julho, Belarmino, Fernando Lopes Sexta, 14 de Julho, Conto de Verão, Eric Rohmer As sessões começam...</summary>
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<email>tiagoabelha@gmail.com</email>
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<![CDATA[<p>Ataque do Marialva</p>

<p>PROGRAMA<br />
Quinta, 6 de Julho, O Sheike Branco, Federico Fellini<br />
Sexta, 7 de Julho, O Delfim, Fernando Lopes<br />
Quinta, 13 de Julho, Belarmino, Fernando Lopes<br />
Sexta, 14 de Julho, Conto de Verão, Eric Rohmer</p>

<p>As sessões começam às 22H.</p>

<p>Marialva é o antilibertino português. Foi privilegiado em nome da razão da Casa e Sangue e as suas configurações sociais e intelectuais definiram-se no decorrer do século XVIII. No convencionalismo popular (pequeno-burguês) marialva é o fidalgo boémio estoura-vergas, socialmente será outra coisa: um sujeito interessado numa economia e política assente no irracionalismo. Para o libertino, indivíduo editado e de risco, nada parece ser mais odioso do que as satisfações fáceis de que se alimenta por sistema o conquistador marialva. O que conta é a independência duma Mme Merteuil quando declara com altivez Je suis mom ovrage e não o prazer físico em si mesmo, que nas práticas libertinas é "um meio nunca uma necessidade e jamais um fim". Portanto, aventuras sem objectivo social ou heroísmo galante são acidentes, hipocrisias que os espíritos fortes repelem insistentemente. Viver de olhos abertos, contemplando-se, é essa a grande paixão do libertino, a paixão do estilo rigoroso.</p>]]>
<![CDATA[<p>Estando na berlinda o amor-cego (amor-paixão), fórmulas gerais em que se pressupõe a mulher como instrumento de tentação e de pecado, o gosto libertino considera a mulher de la bonne compagnie um parceiro na responsabilidade cívica e um amante de razão lúcida e concertada. O machismo ou exibição “viril”, o marialva jamais pode aceitar a igualdade em soberania dos amantes. O conquistador de bairro, despindo com os olhos a fêmea que passa, representa publicamente o prólogo do machismo sob a garantia da “mulher fraca por natureza”, ou seja, sob o código das inferioridades sociais da mulher.<br />
Por fim, os romances marialvas acabam sempre com a consciência repentina do erro, aqui, a enganada recolhe ao convento, regressa lar, escolhe o suicídio ou entrega-se à loucura.<br />
Excertos ad hoc da “Cartilha do Marialva” de Cardoso Pires</p>]]>
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<title>ENCERRAMENTO SUPERFANTASTIC</title>
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<issued>2006-06-08T22:08:39Z</issued>
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<summary type="text/plain">Encerra no próximo sábado a exposição colectiva &quot;A galinha da vizinha é melhor que a minha&quot;. Haverá um concerto de Norberto Lobo a ter lugar no CLAP a partir das 22.00 horas. Uma parte dos trabalhos expostos está agora disponível...</summary>
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<![CDATA[<p>Encerra no próximo sábado a exposição colectiva "A galinha da vizinha é melhor que a minha". Haverá um concerto de Norberto Lobo a ter lugar no CLAP a partir das 22.00 horas. </p>

<p>Uma parte dos trabalhos expostos está agora disponível num <a href="http://superfantastic.squerk.org/" target="_blank">catálogo online</a>.</p>]]>

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<title>SUPERFANTASTIC ART SHOW</title>
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<modified>2006-12-14T10:06:39Z</modified>
<issued>2006-05-18T15:03:17Z</issued>
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<summary type="text/plain"> A GALINHA DA VIZINHA É MELHOR QUE A MINHA Exposição colectiva comissariada por Randolph Albright, participada por 32 artistas provenientes de diversos países. Artes Plásticas Desenho/Pintura Fotografia, vídeo e objectos Artistas Representados: Randolph Albright Devendra Banhart Branca Bastos Sara...</summary>
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<![CDATA[<div class="centro"><img src="http://static.flickr.com/56/148193465_d1b5c75169_o.jpg" alt=""/></div>

<p>A GALINHA DA VIZINHA É MELHOR QUE A MINHA</p>

<p>Exposição colectiva comissariada por Randolph Albright, participada por 32 artistas provenientes de diversos países.</p>

<p>Artes Plásticas<br />
Desenho/Pintura<br />
Fotografia, vídeo e objectos</p>

<p>Artistas Representados:</p>

<p>Randolph Albright<br />
Devendra Banhart<br />
Branca Bastos<br />
Sara Bento de Castro<br />
João Correia<br />
Ela Boyd<br />
Hillary Bullock<br />
Adrien Casey<br />
Natalie Conn<br />
Simone Donati<br />
Martinka Edoga<br />
Pedro Faro<br />
M. Fey<br />
Kyle Field<br />
Doug Fogelson<br />
Conrad Freiburg<br />
Daniel Heimbinder<br />
Elizabeth Hoeckel<br />
John Howlett<br />
Kate Jaschinsky<br />
Silvia Lança <br />
Frederico NS <br />
Brian Pusey <br />
Yves Schaum<br />
Susanne Schmitt<br />
Benn sena<br />
Candice soave<br />
Eva Struble<br />
Zack Taylor<br />
Peter Vink<br />
Joshua Wiles <br />
David Bohm</p>]]>
<![CDATA[<p>Exposição de quadros na parede</p>

<p>Nos últimos dez anos tenho tido por prática estender a minha actividade artística ao exercício dos papéis de coleccionador, curador e promotor das obras da minha geração. Criando, pacientemente e enquanto viajo, uma rede de amizades nos mais diversos ambientes dentro do universo daqueles que produzem, discutem e investigam arte, um processo de natural partilha de imagens e ideias.</p>

<p>As exposições apresentam-se como uma cristalização destas viagens e ligações. O processo de selecção e montagem desenvolve-se baseado em confiança e respeito mútuo; os trabalhos a exibir são decididos pelos próprios artistas e excluímos à partida a tentação de uma estrutura temática que limitasse a representação livre da busca individual do criador. No intuito de permitir que a actualidade física e temporal de cada interveniente colabore e seja responsável pelo resultado da colectiva, não fazemos nenhum esforço para provar ou concretizar uma imagem pré-idealizada do resultado do evento. A diversidade resultante, tanto das soluções formais como das referências conceptuais dos artistas, permite uma reconstrução das hierarquias que são impostas às nossas produções visuais pelas politicas da escola de arte, pelo mercantilismo inflacionado da galeria e pela (distante) noção do museu como colector.</p>

<p>Estas novas redes tornaram-se nas nossas veias e nos nossos nervos. Finos filamentos, no melhor, mas através deles tudo flúi, ligam as nossas presenças físicas e intenções criativas. Na nossa perspectiva, deixamos de entrar no futuro, a nossa relação com o tempo escapou aos ciclos naturais. Avançamos dentro das nossas redes, estamos em impansão, numa exploração interna do poder que temos para fazer acontecer. A existência deixou de poder definir-se cartesianamente, com a nossa entidade ocupando o lugar do centro; hoje precisamos de calcular as nossas articulações e prolongamentos a partir de um número imenso de eixos.<br />
 <br />
A nossa produção artística, olhando o particular, é a frente primeira de um objecto tão virtualizado que quase não existe. Na acção de olhar e reflectir projectamos nos objectos ideias e discursos que criam constantemente novos espaços na nossa rede relacional. Não estamos simplesmente a expandir-nos para um novo território, crescemos mais e mais intricados; a velocidade e o deslocamento (reforçados pela comunicação instantânea) permitem e forçam-nos a criar hiperespaço relacional. Não podemos entender muito bem para onde queremos ir, mas estamos lá.</p>

<p><br />
Na composição final destas exposições, confrontando-as, o público pode sentir a estranheza de uma consciência colectiva na nossa presença pictural; não dependendo simplesmente na intenção didáctica de profissionais da arte, mas através da encenação casual de um organismo familiar, algo que unicamente é.</p>

<p>Randolph Albright e José Roseira</p>]]>
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<title>1MINUTO1SEGUNDO</title>
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<modified>2006-12-14T10:06:39Z</modified>
<issued>2006-05-18T10:27:07Z</issued>
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<summary type="text/plain">Vídeo-instalação por Aya Koretzky e Miguel Clara Vasconcelos a partir de 20 de Maio. Instalação de três vídeos que consiste em concentrar a contemplação de uma paisagem ao longo de um dia num minuto, percebendo a transformação do objecto contemplado...</summary>
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<email>tiagoabelha@gmail.com</email>
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<![CDATA[<p>Vídeo-instalação por Aya Koretzky e Miguel Clara Vasconcelos a partir de 20 de Maio.</p>

<p>Instalação de três vídeos que consiste em concentrar a contemplação de uma paisagem ao longo de um dia num minuto, percebendo a transformação do objecto contemplado e do sujeito contemplador e introspectivo, transpondo a ideia de movimento para a noção de passagem de tempo.<br />
Estes projectos nascem da investigação artística que Aya Koretzky tem vindo a desenvolver como percurso próprio dentro da sua formação em Pintura, na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, combinado com o trabalho vídeo documental que Miguel Clara Vasconcelos tem desenvolvido na sua actividade de realizador e artista visual, capacidades que adquiriu através de uma formação pluridisciplinar em diversos cursos e na Universidad Europea de Madrid, onde obteve o Master em Arte e Novas Tecnologias.<br />
Os projectos têm como raízes assumidas e conscientes a metodologia de trabalho de Tehching Hsieh, a obra fotográfica de Hiroshi Sugimoto e de Andreas Gursky, os princípios do serialismo e a percepção zen da paisagem como reflexo do nosso estado interior.</p>]]>

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